Apresentação: Gonzalo Rodriguez, Tamara Bünke e Pablo Olmos
Equipe: Claudia Alejandra Wolf, Gilenna De Los Santos e “Charly” Figueroa
Horário: Toda segunda-feira, às 12h (horário de Brasília)
Produção: Gonzalo Rodriguez
El Under Sigue Sonando é muito mais do que um programa de rádio: é um espaço vivo e pulsante dedicado a amplificar as vozes do rock independente uruguaio. A 8 anos no ar, o programa tem como missão dar visibilidade à cena underground do Uruguai, aquela que nasce nas garagens, ecoa nos porões e explode nos pequenos palcos, longe dos holofotes comerciais.
Sob a condução firme e apaixonada de Gonzalo Rodriguez, o programa entra em 2026 com uma equipe fortalecida e ainda mais conectada com a essência do underground. No estúdio, Tamara Bünke e Pablo Olmos somam presença, energia e cobertura ativa da cena em Montevidéu, acompanhando de perto shows e movimentações locais.
Expandindo fronteiras, Claudia Alejandra Wolf segue trazendo as novidades da cena internacional, com olhar atento especialmente para o que pulsa na Argentina e no circuito alternativo do continente.
Nas ruas, na estrada e no calor dos shows, Gilenna De Los Santos assume a linha de frente na cobertura de eventos e entrevistas com bandas de diferentes departamentos do Uruguai, levando ao ouvinte um retrato autêntico e descentralizado da cena.
Ao longo dos anos, El Under Sigue Sonando vem consolidando uma trajetória de resistência cultural, promovendo artistas emergentes e projetos que mantêm viva a chama do rock independente. Com uma proposta direta e honesta, o programa se tornou referência para quem busca descobrir novos sons, apoiar o talento local e entender o que se move nas entranhas da música alternativa uruguaia.
Cada edição é uma jornada sonora que mistura entrevistas, lançamentos, bastidores e agenda de shows, criando uma ponte real entre músicos, ouvintes e produtores. Com linguagem acessível e curadoria afiada, o programa fortalece a identidade cultural e conecta gerações.
Com mais de 500 edições no ar, El Under Sigue Sonando já faz parte do patrimônio afetivo de quem vive a música como expressão e resistência. Aqui, o rock não é produto, é movimento. É atitude. É comunidade.
E se alguém ainda duvida… é só dar o play: o under não só segue sonando, ele tá cada vez mais alto.